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5 curiosidades sobre o processo de cremação

A cremação se tornou uma prática muito popular nos últimos anos, apesar de ser um procedimento realizado há mais de 3 mil anos, a cremação é vista como uma prática moderna e atual

de Amar Assist, 4 MAIO de 2017

Além de ser prática, a cremação é considerada um procedimento ecologicamente correto e sustentável.
Diversas pessoas se questionam sobre como será após a sua morte, se serão cremadas ou sepultadas.


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Cuide bem de quem você ama.


No entanto, a cremação tem se tornado uma prática comum e cada vez mais procurada pelas pessoas, seja pela sua praticidade ou pelos preços acessíveis.

Com as diversas vantagens que a cremação traz para o meio ambiente, este tema se tornou um assunto social.

Confira as cinco dicas importantes sobre esse a cremação que vão esclarecer suas dúvidas.

1 - O procedimento não afeta o meio ambiente

A cremação é 100% ecológica, ou seja, a prática não afeta o meio ambiente.

Realizada em local específico, todos os objetos de metais que podem transmitir algum gás poluente são retirados antes. Após o processo da queima, as cinzas que, sobram são entregues as famílias e não representam nenhum tipo de contaminação ao meio ambiente.

As cinzas podem ser jogadas em lagos, no mar, mantidas em casa ou guardadas em igrejas.

Não importa se a pessoa falecida tenha morrido com alguma doença contagiosa, o processo da queima evita a possibilidade de uma contaminação.

Por outro lado, quando o corpo é enterrado, ele entra em um processo chamado decomposição, a partir daí, ele passa a liberar algumas  substâncias poluentes que podem afetar os lençóis freáticos.

Por isso, o sepultamento deve ser realizado em locais específicos para evitar um possível risco de contaminação da água e do solo.

2 - Prática existente há milhares de anos

Mesmo sendo considerada uma prática moderna, a cremação existe há milhares de anos, muito utilizada pelos gregos em 1.000 a.C. e 750 a.C.

Considerada uma das práticas mais antigas realizada pelos homens, a cremação era tida no passado, como um ritual fúnebre muito praticado por Gregos e Romanos.

Nestas civilizações, o processo de cremação era apenas para pessoas nobres. Com isso, o sepultamento era um destino reservado aos assassinos, suicidas ou pessoas que eram fulminadas por raios (consideradas amaldiçoadas por Júpiter).

No Japão, atual país com mais adeptos da cremação no mundo, a prática chegou em 552 d.c.

Importada da China, a cremação foi aceita primeiro pelos Aristocratas, posteriormente, pelos populares.

Atualmente, 98% dos Japoneses optam pela cremação, os motivos são diversos, desde a questão de higiene e sustentabilidade, até a questão da falta de espaço territorial.

3 - Nem todas religiões permitem a cremação

Algumas religiões são totalmente contra essa prática, uma delas é o islamismo e o judaísmo, pelo fato dessas religiões acreditarem que o corpo volta à terra.

No judaísmo, a cremação é considerada um insulto a Deus, eles defendem que essa prática traz à tona o que ocorreu no holocausto, onde o corpo de milhares de judeus foram destruídos em crematórios.

O islamismo por sua vez, proíbe veemente a prática da cremação, existe uma lei contra quem descumpre essa regra.

Eles acreditam que a cremação é uma prática impura. Com isso, o corpo é sepultado sem o caixão e colocados em covas cobertas por paredes de pedra.

Já na parte do cristianismo, a igreja católica proibia a cremação até 1963, isso porque após a revolução francesa, as pessoas da época ficaram descrentes da ressureição dos mortos e da vida eterna.

Em um ato de protestos, os corpos eram incinerados, e acreditava-se que daquela forma, não teria como Deus ressuscitar ninguém, pois não haveria mais um corpo.

Devido a essa descrença, a igreja passou a proibir os fiéis de optarem pela cremação, considerando aquela atitude, um ato em desrespeito a Deus.

Porém, com o passar dos anos e o desaparecimento dessa forma de protesto, a igreja liberou a cremação, desde que não haja nenhum fim supersticioso ou alguma crença que vá contra os valores que são pregados na igreja.

4 - O falecido pode virar uma árvore

O processo de cremação traz a possibilidade do falecido se tornar uma árvore.

Existem urnas biodegradáveis que são compostas por duas partes: uma capsula que permite a germinação da semente e um depósito das cinzas.

O processo de germinação começa separado das cinzas, porém a medida que ele avança, ele se junta com as cinzas que o alimenta.

Essa junção aos poucos vai se tornando uma árvore ou uma planta, dependendo da escolha das sementes.

Muitos familiares optam por realizar essa plantação no próprio quintal tendo assim a sensação que o ente querido falecido, sempre estará presente.

5 - Há uma restrição

A cremação pode ser realizada por qualquer pessoa, no entanto, alguns acontecimentos pode impedir que uma pessoa seja cremada após a sua morte, um deles é em casos de morte violenta.

O procedimento só poderá ser realizado se os familiares conseguirem uma autorização judicial.

A autorização tem por objetivo testificar que não existe nenhum processo em andamento que impeça a cremação de ser realizada.

Uma opção para facilitar esse processo é a contratação de um plano funerário que tenha a cremação inclusa, como exemplo o Plano Funerário Familiar da Amar Assist que, possui abrangência nacional e recepciona idosos.

Por meio de pequenas mensalidades, toda família poderá contar com o suporte de uma empresa que é referência no quesito funeral.

 


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