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Sepultamento ou enterro: entenda a diferença

Sepultar não é o meso que enterrar. Saiba o porquê.

Sepultamento ou enterro
Você sabe qual a diferença entre sepultamento e enterro? São termos que costumam gerar dúvidas em nossos clientes de que já possuem plano funerário e nas pessoas que ainda não dispõem de assistência funeral. Não são sinônimos, existe uma grande diferença entre ambos.

Qual a diferença entre sepultamento e enterro

Como o próprio nome já diz, enterrar significa colocar o corpo em uma cova, sem necessitar de caixão ou rituais como velório.

Essa prática era comum no passado, nos dias atuais, o enterro só é permitido se feito dentro de um cemitério utilizando caixão ou urna funerária.

Já o sepultamento consiste em enterrar uma pessoa dentro do cemitério, utilizando um caixão próprio para ocasião.

Em resumo, enquanto o enterro é o ato de sepultar uma pessoa em qualquer lugar, o sepultamento consiste em enterrar uma pessoa em local próprio, como cemitério utilizando um caixão.

Origem do enterro e sepultamento

O ato de enterrar corpos é antigo, pesquisadores localizaram cemitérios 6.000 AC, tempo em que os enterros eram bem diferentes como o dos costumes atuais.

Não existia a cerimônia que antecede o enterro do corpo, hoje conhecida como velório.

Os corpos eram escondidos embaixo da terra ou até mesmo em pedras, esse ritual era feito para evitar que animais descobrissem os cadáveres que estavam em decomposição.

O ritual de velar o corpo, chamado de velório, surgiu ao decorrer dos anos, por volta da idade média.

Era comum as pessoas colocarem o corpo sobre uma mesa e realizarem uma vigília, elas acreditavam que com esse ritual, o morto poderia acordar.

Não havia energia eletrica, as pessoas passavam a madrugada segurando uma vela para vigiar o falecido, daí a origem do nome.

Algumas religiões pregam que o velório deve ter uma duração media de 24h, período em que o espírito ainda está presente no corpo.

Nesse período, os corpos eram sepultados dentro das igrejas, com isso, para medir a quantidade de pessoas de uma determinada cidade, era comum avaliar a quantidade de igrejas existentes naquele lugar.

O sepultamento era apenas para homens livres, escravos e indígenas eram enterrados.

Essa prática de sepultar pessoas nas igrejas perdurou até a década de XIV, quando uma peste dizimou milhares de pessoas.

A quantidade de corpos foi tamanha que não havia mais espaço para comportá-los, havendo a necessidade dec onstruir inúmeros cemitérios para acomodar a quantidade de pessoas.

Atualmente, o maior cemitério do mundo fica no Iraque, é o “Wadi Al-Salaam” (Vale da Paz). Estima-se que lá estejam sepultados mais de 6 milhões de corpos.

Cremação cada vez mais crescente no Brasil

Um procedimento que vem ganhando constante crescimento no Brasil, é a cremação.

Por ser uma prática 100% natural e ecologicamente correta, a cremação vem conquistando milhares de adeptos em todo mundo.

Apesar de ser considera uma prática moderna, a cremação existe há mais de 3 mil anos, o procedimento surgiu com os gregos e os romanos.

Nessas civilizações, a cremação era vista como um destino nobre aos mortos, restando o enterro para assassinos, ladrões, indigentes e suicidas.
 
O primeiro crematório inaugurado no Brasil, foi o crematório de Vila Alpina, inaugurado em 1974.

Estima-se que o crematório realize uma média de 300 cremações ao decorrer do mês.

Opção do Jazigo e suas vantagens

Outra opção que vem ganhado notoriedade é a contratação de jazigos familiares.

Para quem não sabe, o jazigo é um local utilizado para enterrar caixões ou urnas funerárias.

A contratação de um jazigo é feita de forma semelhante a contratação de uma casa, por meio de uma escritura e pagamento de condomínio que serve para manutenção.

Ao adquirir um jazigo, ele fica como propriedade da família, quando ocorre a morte do titular do jazigo, ele fica em posse da família, do mesmo modo como ocorre com a transferência de um bem.

O jazigo pode ser comprado em cemitério público ou particular, quase sempre possui uma média de três gavetas para comportar á família.

Homenagens ao ente querido falecido

Agora que você já tem um bom conhecimento e sabe diferenciar enterro de sepultamento, conheceu um pouco sobre a história de ambos e conheceu mais de perto o procedimento da cremação e contratação de um jazigo,
separamos algumas dicas que podem ser escolhidas quando for realizar uma homenagem ao seu ente querido falecido.

Existem diversas opções para homenagem, uma dela é com coroas de flores.

As flores têm um significado de pureza e renovação, essa tradição de homenagear pessoas com flores existe há mais de 15 anos.

O significado está muito além de carinho, comoção e respeito, estudos apontam que as flores possuem um mecanismo capaz de despertar o lado emocional positivo das pessoas.

Elas também representam o ciclo da vida, seu inicio com sua formosura e também o término, mostrando que, como elas, à vida também é temporária.

Outra forma honrosa de homenagear uma pessoa falecida, é fazer um discurso durante a cerimônia.

No entanto, é importante ser cauteloso com as palavras que forem utilizadas durante o momento do óbito, às pessoas estão com as emoções mais afloradas, uma palavra mal colocada pode ocasionar um desconforto nos presentes.

Piadas e comentários desnecessários devem ser evitados.

Na homenagem por meio de um discurso, é importante relembrar os momentos vividos com o ente querido, falar sobre suas virtudes e a saudade que essa pessoa deixará em todos os amigos e familiares. 

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