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Como curar a dor da perda de um ente querido

Para algumas pessoas a dor da perda chega a ser tão forte que passa de um sintoma emocional para fisico

Imagem: canva.com

Muitos dizem que a única certeza que temos na vida é a nossa morte. No entanto, nem todos estão preparados para este momento de despedida.  Quando alguém parte deste mundo, fica a pergunta aos que ficam: como curar a dor da perda? A dor da perda está relacionada a inúmeros termos, como a perda de um emprego, de um relacionamento e até mesmo, a perda da morte. Neste processo, passamos por um período chamado de luto, ele tem que ser vivenciado, é por meio dele que iremos superar a dor perda do ente querido.

Fases do luto

A psicóloga e especialista em Terapia do Luto Katia Bellis, explica que o luto é vivido por fases, e a primeira é quando se recebe a notícia do falecimento de alguém.

As pessoas negam, não acreditam que isso tenha acontecido, outras já entram em desespero, começam a gritar e evitam tocar no assunto.

A segunda fase é a da raiva, a pessoa que vivência o luto, costuma atribuir a culpa a alguém ou a alguma coisa e fica a pergunta sem resposta: por que isso foi acontecer?

A terceira fase é como se fosse uma espécie de negociação, um combinado. Muitas pessoas nesta fase recorrem a religião, se apegam a algo ou a uma fé para que possam superar este momento de perda.

Por fim, vem a fase da aceitação, é neste período que a pessoa tomam a consciência de que terá que refazer a sua vida, sem a pessoa amada.

A cura para a dor da perda

Não existe um tempo determinado para que uma pessoa consiga superar a dor da perda.

A psicóloga explica que após a superação, a saudade se torna prazerosa, porque você vai lembrar dos momentos felizes vividos com o ente querido.

‘’No início é uma dor gelada, a falta da pessoa amada chega a ser insuportável. Aos poucos, você começa a relembrar os bons momentos vividos e você se sente privilegiado por poder ter vivenciado esses momentos e ter convivido com aquela pessoa querida, é nesta hora que entra o que chamamos de saudade gostosa’’, confirma.

Livre-se da culpa

A psicóloga observa que muitas pessoas demoram mais para superar a dor da perda, devido a culpa.

O ser humano, segundo ela, costuma se culpar por tudo. ‘’ah, eu poderia ter feito mais, ah eu não cuidei como deveria ou eu não dei o devido valor.

A questão é que se algo não foi feito, foi feito o que pôde, se você não cuidou mais, foi porque no momento não pôde, se você foi egoísta, foi o que pôde fazer.

Vamos tirar essa culpa, agora não adianta mais, conclui.

O fato é que a morte é irreversível, não volta atrás, uma maneira de lidar com a dor da culpa é compensar o que não foi feito com quem estar por perto.

A forma como encaramos este momento é que faz a diferença na hora de superar a dor da perda de alguém querido.

Exemplos de superação

A seguir, você verá três histórias diferentes de pessoas que perderam um ente querido e tiveram que recomeçar.

Adriana Munhoz, 46, mãe de Aryel, 21 e Pedro, 16

Kelly ficou viúva em 2000, quando completava 11 anos de casada. A perda precoce do marido foi muito dolorosa, pois ele morreu enquanto falava com ela ao telefone.

Na hora, ouvi o disparo, mas achei que a ligação tinha ficado ruim e caído, logo mais veio a notícia, relembra.

Ela conta que na época sua filha estava com 5 anos e o filho com apenas três meses. O apoio da família foi essencial, os irmãos do marido sempre a ajudaram em tudo e fizeram o papel de pai.

Hoje, ela afirma que já superou a perda, teve outros relacionamentos, mas nunca mais colocou ninguém dentro de casa.

Kelly Macedo dos Santos, 36, mãe de Mirella, 20

O marido de Kelly morreu aos 21 anos, eles tinham uma filha de três, fruto do casamento que também ocorreu na mesma época.

Ele morreu em um acidente de moto, eu entrei em depressão, tive que arrumar um emprego para sustentar a minha filha.

A mãe dele e os irmãos foram o apoio que ela teve para ir em frente, a filha precisou por um bom tempo passar por sessões psicológicas para lhe dar com a dor da perda.

Hoje, já se passaram 17 anos, Kelly afirma que não quis se casar de novo, por medo de por outro homem em casa por conta de ter uma filha menina.

Cridimar da Silva Fiuza, 29, pai de João, 6

Ele conta que o filho tinha apenas dois anos quando a mãe morreu. ''No começo foi difícil, pois tive que readequar toda a minha vida''.

No início, Cridimar conta que morou por um bom tempo com o filho, deixava a criança sempre na casa da mãe pela manhã para poder trabalhar e  buscava no período da noite.

Meu filho perguntava o tempo todo sobre a mãe, e quando eu arrumaria outra mãe pra ele.

Após três anos, Cridimar se casou novamente, a atual esposa e o filho se dão muito bem.

Sobre o Autor

Amar Assist

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