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Perder um ente querido pode desencandear a ''síndrome do coração partido''

Sintomas como ansiedade e depresão são comuns na sindorme do coração partido

Síndrome do Coração Partido: o que é?
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É muito comum após a perda de um ente querido, algumas pessoas desenvolverem sintomas como: ansiedade, depressão, coração acelerado ou a impressão de estar prestes a ter um infarto. Essa sensação é diagnosticada pela medicina como ''Cardiomiopatia de Takotsuba'', mas conhecido como ''síndrome do coração partido''

Geralmente, esse quadro é provocado por episódios de estresse agudo emocional ou físico. Como por exemplo: a morte de um ente querido, a perda de um emprego, o fim de um relacionamento, a vitória do time favorito ou o recebimento de uma herança inesperada. Boas e más notícias podem gerar fatores de risco para a manifestação da síndrome.  

Em geral, toda e qualquer situação, que estimule uma intensa emoção, causa o aumento da produção de adrenalina e de outros hormônios do estresse pelas glândulas adrenais.    

Esse choque de adrenalina na corrente sanguínea provoca o estreitamento temporário nas artérias que irrigam o coração. Logo, a atividade do músculo cardíaco é alterada. Consequentemente, o corpo apresenta sintomas similares ao do infarto agudo do miocárdio.  

Resumidamente, a síndrome do coração partido é uma desordem momentânea no funcionamento do músculo cardíaco. Os sintomas duram, em média, de 7 a 30 dias, não deixam marcas no coração e raramente leva o paciente a óbito.  

Essa síndrome foi identificada em 1990 por médicos japoneses. Na ocasião, esses médicos perceberam que o estresse impulsionava as doenças que afetam o músculo cardíaco. Eles fizeram uma analogia entre o desenho de um coração partido e o de uma armadilha no formato de um vaso de fundo arredondado com pescoço apertado, que é empregado para capturar polvos no Japão. Essa é origem do nome “Síndrome de Takotsubo”: tako = polvo + tsubo = vaso, pote.  

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Entenda como isso acontece 

De acordo com a fisiologia que estuda a circulação do sangue, o motivo dessa síndrome não se encontra no bloqueio das artérias coronárias por um coágulo de sangue ou ateroma. A razão está no mau funcionamento do ápice e do local central do ventrículo esquerdo, estado que pode originar a insuficiência cardíaca temporária e aparentar o infarto agudo do miocárdio.  

Uma equipe de pesquisadores italianos constatou o mecanismo fisiopatológico dessa doença. Eles levantaram a seguinte hipótese: a descarga de adrenalina ocasiona espasmo dos pequenos vasos coronarianos, ocorrência que não é percebível na coronariografia, mas compromete a microcirculação, impedindo que as células musculares do coração exerçam suas funções adequadamente. Eles comprovaram que, na maioria dos quadros, após a etapa aguda, a disfunção microvascular retrocede, o coração recupera os batimentos normais e os sintomas somem.  

A síndrome é uma espécie de autodefesa do coração

A síndrome do coração partido afeta cem a cada 1 milhão de pessoas por ano. Um estudo realizado pelo Imperial College London, afirma que isso ocorre como uma forma de autodefesa do coração, quando este é exposto à uma sensação de adrenalina ou pelo desgaste emocional causado pelo luto.

Sintomas

Na prática, os sintomas da síndrome do coração partido são iguais aos do infarto agudo do miocárdio: 
•    Dor no peito;
•    Falta de ar;
•    Cansaço extremo;
•    Sudorese abundante;
•    Angina;
•    Arritmia;
•    Desmaios;
•    Hipotensão. 


Geralmente, esses sintomas cessam de forma natural, sem nenhum tipo de medicação ou tratamento.  
Ainda assim, é importante prestar atenção nas possíveis complicações da doença, tais como: a insuficiência cardíaca grave, o edema pulmonar e o choque cardiogênico. Nessas situações, o coração perde a habilidade de  bombear o sangue na quantia básica para nutrir os órgãos.  

Tratamento 

Não há recurso terapêutico próprio para a síndrome do coração partido. Porém, é importante baixar o esforço do coração ao longo do período de recuperação.  Os medicamentos empregados são os que são utilizados nas situações de insuficiência cardíaca grave associada ao infarto do miocárdio. Como por exemplo: os inibidores ECA para controle da pressão arterial, os betabloqueadores para diminuir a frequência cardíaca, os diuréticos para reduzir a concentração de líquidos no organismo e os remédios para alívio do estresse. Levando em consideração que é a origem dessa síndrome é o estresse, relaxamento e meditação são indicados para amenizar os sintomas.  

O luto ​​​​​​​

A britânica Shira Schiller, 47, desenvolveu esses sintomas após perder repentinamente o filho Max, de apenas 10 anos.

É como se alguma coisa estivesse sentada sobre meu peito, como se houvesse uma mão segurando meu coração. Se estou em um dia ruim, é como se não fosse capaz de respirar, afirma.

Cientistas informam que o luto se manifesta de forma física e emocional. Uma parte do cérebro chamada córtex cingulado anterior é responsável por processar a dor emocional. 

 

É importante destacar que, mesmo diante do luto, não podemos acreditar que sintomas como dor no peito, falta de ar, cansaço extremo e batimentos cardíacos irregulares são resultados do estresse. Por isso, é fundamental buscar atendimento médico para avaliação das condições cardiovasculares.  

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