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Quanto custa um caixão?

Descubra quanto custa um enterro, incluindo caixão e taxas. Veja os preços, quem tem direito a sepultamento gratuito e a importância do plano funerário. Confira!

Funerária com urnas expostas à venda
Imagem: canva.com
Você já parou para pensar no quanto custa um enterro com caixão? Na cidade de São Paulo, tem custado a partir de R$5.000,00. Nós sabemos que ninguém gosta de falar sobre esse assunto. No entanto, a morte é algo inevitável e quando não nos preparamos para esse momento, acabamos nos endividando da noite para o dia. Não é à toa que vivenciar a perda de um ente querido é um momento embaraçoso para as famílias, pois, além de lidar com o sentimento do luto, é necessário se preocupar com os custos do funeral, que não são baixos. A partir da pandemia em 2020, os valores de um funeral triplicaram por conta da pandemia. Um velório pode custar mais de 30 mil reais. Logo, a contratação de um plano funerário é essencial para assegurar e garantir o conforto dos nossos familiares em um frágil e delicado momento. Mas antes de falarmos sobre a importância da contratação de um Plano Funerário Familiar, vejamos os valores de um enterro e quem tem direito ao sepultamento gratuito. 

Quanto custa morrer?

É fato que tudo aquilo que é pago às pressas e sem planejamento acaba saindo mais caro. Atualmente, os caixões custam a partir de 600 reais e podem chegar a mais de R$ 20 mil. Os valores variam de acordo com o material, tamanho, acabamento e ornamentos. Por exemplo, um modelo simples de madeira standart segundo a tabela do Serviço Funerário do Município de São Paulo  custa R$672,17, valores de fevereiro de 2025, podendo chegar a R$1242,35 nos modelos mais caros. Até aqui caixões de modelo basico, tradicionais, porém há os especiais, que valem a pena serem conhecidos.

Modelos de Caixão

Caixão de aço inoxidável

Esse modelo é produzido com aço inoxidável e materiais de alta qualidade. O interior tem acabamento em aço escovado e estofamento branco. Caixão de aço inoxidável

Caixão “O prometido”

Esse caixão é um dos mais luxuosos do mercado. Ele é fabricado com bronze, ouro e um estofado em camurça azul. Diversas celebridades foram sepultadas em um exemplar desse, como por exemplo o cantor Michael Jackson. Caixão, o prometido  

Caixão de mogno com pintura à mão 

Esse tipo de caixão é construído com madeira de mongo, o destaque fica para a pintura artística feita à mão. Caixão de madeira pintado à mão

Caixão do John. F. Kennedy

Esse modelo se tornou famoso após ser utilizado no funeral do ex-presidente americano John. F. Kennedy, que foi assassinado em 1963. Caixão modelo Presidente Kennedy  

Caixão de ouro 

O caixão malaio de ouro é um dos caixões mais caros do mundo. Ele é produzido inteiramente de ouro 14 quilates. Caixão feito de ouro 14 quilates

Qual o preço de um enterro?

O sepultamento envolve diversas etapas. E cada um desses passos eleva as despesas dos familiares. Por isso que contar com um Plano Funerário Familiar é tão importante para evitar a surpresa com tantos gastos. Confira abaixo os principais custos: 
  • Tanatopraxia ou preparação do corpo: esse serviço é fundamental para evitar situações desagradáveis durante o velório, como por exemplo, odores, inchaço, gases e derrame de líquidos. Em média, o preço varia entre R$ 800 e R$ 2.000.
  • Traslado do corpo: o valor do transporte se altera de acordo com o peso e com a distância. A quantia inicial pode ser a partir de R$ 600.
  • Aluguel e decoração da sala de velório: o aluguel de uma sala de velório custa em média R$300. Já no que diz respeito à decoração, uma coroa de flores simples não sai por menos de R$150.
  • Sepultamento: em média, R$400.
  • Cremação: os preços não são fixos, podem ir de R$2.650 até R$6.500.
  • Taxa de exumação: Entre R$80 e R$500, dependendo do local.
É importante destacar que cada cidade apresenta um valor diferente. Logo, apresentamos acima uma média dos preços.

Enterro Gratuito

​​​​​Na cidade de São Paulo, por exemplo, a Lei 11.083/91 assegura o Enterro Social. Ou seja, a gratuidade do sepultamento aos cidadãos que não possuem condições financeiras para arcar com os gastos de um enterro. Esse benefício funciona da seguinte forma: a família recebe de forma gratuita todas as etapas que envolvem um funeral: caixão, velório, sepultamento, translado do corpo, pagamento de taxas e colocação de placa de identificação. É importante destacar que esse serviço é fundamental para a população mais carente, pois diversas vezes eles já empregaram todo o dinheiro do orçamento familiar em remédios e outros itens pertinentes ao tratamento médico.

Como solicitar o Enterro Social

Basta procurar por atendimento de assistência social em um desses locais:
  • Centro de Referência em Assistencia Social (Cras) 
  • Centro de Referência Especializado em Assistencia Social (Creas) 
  • Centros de Referência Especializado para População em Situação de Rua (Centro POP)
É necessário apresentar os seguintes documentos:
  • Atestado de óbito e Guia de Sepultamento;
  • Documentação Civil de identificação com foto;
  • CPF;
  • Documentos que comprovem renda familiar;
  • Comprovante de residência.

Quem tem direito ao auxílio funeral? 

Existe um outro benefício chamado “auxílio funeral” que é autorizado pelos Centros de Assistência Social (CRAS) ou por meio da Secretaria Social de cada município. Esse benefício é exclusivo para os seguintes grupos:
  • Dependentes e viúvos de servidores públicos federais;
  • Dependentes e viúvos de servidores públicos municipais ou estaduais;
  • Dependente e viúvos de militares;
  • Famílias de baixa renda ou quem recebe algum benefício de programas sociais.
Em alguns municípios, é permitido solicitar o reembolso, para isso, é necessário apresentar as notas fiscais de todo o custo que envolveu o funeral.

Como solicitar o auxílio funeral?

Esse benefício deve ser solicitado pelo Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) ou diretamente na Secretaria da Fazenda do município. Para isso, é obrigatório levar os seguintes documentos:
  • Cópia da certidão de óbito;
  • Requerimento do benefício;
  • Comprovante de conta bancária;
  • Documentos pessoais do solicitante junto com um comprovante de despesas que devem estar no nome do solicitante;
  • Certidão de casamento atualizada (caso a solicitação seja feita pelo cônjuge)

O que é preciso para enterrar uma pessoa?

O primeiro passo é procurar uma agência funerária em sua cidade. E não se esqueça, é necessário apresentar os seguintes documentos:
  • Declaração de óbito
  • RG e CPF do falecido
  • Certidão de casamento ou nascimento, se houver.
Feito isso, é hora de comprar o caixão, a ornamentação interna (flores que ficam no caixão) e a  coroa de flores. Posteriormente, alugar a sala para velório, o carro de transporte (que levará o corpo até o velório) e verificar o local onde o corpo será enterrado ou cremado.

Como funciona a liberação do corpo? 

Se o óbito ocorreu em casa, é preciso entrar em contato com o médico da família ou chamar o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o SAMU, por meio do número 192. No caso do médico pessoal, ele mesmo poderá atestar o falecimento (emitindo a Declaração de Óbito), e o corpo poderá ser liberado para o velório, sepultamento ou cremação por meio de uma funerária municipal ou particular. Já o SAMU deverá cumprir com as suas obrigações, que incluem constatar a morte e orientar a família a ir à delegacia fazer o Boletim de ocorrência. Se a morte ocorrer em via pública, é preciso acionar a polícia, registrar um Boletim de Ocorrência e aguardar a perícia técnica, que, em seguida, encaminhará o corpo ao IML. Quando o falecimento acontece em um hospital, a própria equipe médica é responsável por registrar a causa da morte e demais dados, liberando o Atestado de Óbito para a família.

Qual o tempo máximo para enterrar uma pessoa?

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), se o corpo não é submetido ao procedimento de tanatopraxia (técnicas de conservação), o tempo máximo para que uma pessoa seja enterrada é de 24 horas após o falecimento. Feita a  tanatopraxia é permitido que o tempo de velório seja estendido, pois esse serviço conserva o corpo do falecido e retarda o estado de decomposição, além de evitar odores, vazamento de fluídos e inchaços.

Vale a pena contratar um Plano Funerário Familiar?

A pandemia elevou os valores do sepultamento. Porém, quem possuía um Plano Funerário Familiar e perdeu um ente querido durante o ápice da COVID-19, recebeu um funeral completo sem qualquer tipo de alteração em seu orçamento familiar, porque o preço da mensalidade dos planos funerários não sofreu reajuste por conta da elevação dos custos dos serviços funerais.

Como funciona um Plano Funerário Familiar?

Ao entrar em contato com a central de atendimento da empresa, que oferece suporte 24 horas por dia, o cliente é atendido por uma equipe especializada, que está sempre disponível, em plantão nos 365 dias do ano. Após a notificação do óbito, um agente funerário – representante da empresa – é rapidamente deslocado até o local do óbito e passa a acompanhar todas as etapas e a família não precisa se preocupar com nenhuma questão burocrática. Todos os procedimentos são realizados e todos os custos no município de óbito são quitados pelo agente.

Qual o valor do reajuste anual do plano da Amar Assist? 

Diferentemente dos planos encontrados no mercado, o Plano Funerário Familiar da Amar Assist utiliza como base o IPC-A e não o IGP-M como usam os nossos concorrentes. Por esse motivo, os nossos planos sofrem reajustes anuais no valor de 5 reais mais ou menos.

Existe reajuste de plano por idade? 

Não! O valor do Plano Funerário Familiar não é alterado conforme a faixa etária do cliente.

Quanto custa um terreno em um cemitério?

Na contratação, também é possível acrescentar o Jazigo Garantido , ele é o único que garante um jazigo familiar em qualquer cemitério particular do Brasil e é uma solução exclusiva da Amar Assist. O plano funciona da seguinte forma, o conveniado escolhe o preço do jazigo. Feito isso, passa a pagar uma pequena mensalidade. Quando o evento da morte acontece, ele liga para a nossa central, informa o cemitério que deseja e a nossa equipe se encarrega de todos os trâmites da compra e liberação. Após essa etapa, o jazigo passa a ser da família e o pagamento das parcelas é realizado por apenas mais 2 anos. Ou seja, o nosso conveniado não efetua o pagamento total do valor do jazigo.

É melhor guardar o dinheiro na poupança? 

É uma alternativa você guardar dinheiro em uma conta do tipo poupança e deixar a sua família ciente de que esse valor deve ser utilizado para o pagamento das despesas do seu funeral. No entanto, os seus familiares ainda teriam que executar todos os processos burocráticos do sepultamento e poderiam descobrir que não há dinheiro suficiente para cobrir todos os custos. Não é à toa que muitas pessoas estão optando por planos pré-pagos. Sabendo tudo o que pode acontecer, contar com um plano funeral é a melhor alternativa para evitar desgastes. Conheça o nosso Plano Funeral Familiar e garanta tranquilidade e segurança nos momentos mais difíceis.

Sobre o Autor

Amar Assist

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